Categoria: Notícias

Indicador de tendência de emprego da FGV mostra recuperação e atinge maior nível desde março

Indicador recuperou até o momento apenas 2/3 do que foi perdido na crise e expectativa é de que melhora possa desacelerar nos próximos meses

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou nesta terça-feira (8) que o mercado de trabalho do Brasil manteve sua trajetória de recuperação em agosto, sugerindo que o pior momento para o emprego doméstico neste ano ficou para trás.

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BC autoriza uso de boleto para depósito em conta

Boleto Bancário

O Banco Central aprovou medida nesta quinta-feira para que clientes de bancos possam usar boleto bancário para fazer depósitos em suas contas, numa mudança que poderá ampliar o leque de ofertas dos bancos digitais sem redes físicas de atendimento, num incentivo à maior concorrência.

Em geral, esse tipo de aporte nos bancos digitais só era possível por meio de transferências via TED e DOC. Mas algumas instituições, como o Nubank, já permitiam depósito com geração de boletos.

Segundo o Banco Central, a circular institucionaliza uma prática que já é adotada por algumas instituições.

Em nota, o BC esclareceu que, para que o depósito possa ser feito, o boleto terá que ser emitido em nome do titular da conta e só poderá ser pago em benefício dele.

A autarquia destacou que o sistema financeiro vem registrando o aumento da oferta de produtos financeiros por novos integrantes, como instituições de pagamento, Sociedades de Crédito Direto e os bancos digitais.

“A mudança feita pelo BC está em linha com a diretriz de assegurar a ampla concorrência, a interoperabilidade e o acesso não discriminatório aos serviços e às infraestruturas necessárias ao funcionamento dos arranjos de pagamento”, disse o BC em nota.

 

Fonte: Fintechs Press | Imagem: Reprodução

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Medida tornaria mais fácil esquiar em Bariloche ou comprar um alfajor, mas há risco de a inflação argentina contaminar o Brasil. Moeda única é algo ‘para nossos bisnetos’, diz economista

 Em visita à Argentina na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendeu a criação de uma moeda única para o Brasil e o país comandado por Mauricio Macri: o Peso Real. LEIA MAIS
O que aconteceria se Brasil e Argentina adotassem o Peso Real como moeda única?
Imposto de Renda 2019: veja quando atualizar o valor de bens e imóveis

Receita Federal recebe as declarações até 30 de abril

Se um imóvel passou por algum tipo de reforma, as melhorias precisam ser informadas no Imposto de Renda 2019. A Receita Federal recebe as declarações até 30 de abril.

O mesmo vale para o caso de venda de algum bem. Se o imóvel foi negociado por um valor maior que o da compra, o ganho de capital pode ser tributado, seguindo o valor da negociação.

Veja perguntas sobre a atualização de valores de bens:

Quando fazer a atualização do valor do imóvel?

Segundo a Receita Federal, o custo de aquisição do imóvel somente poderá ser alterado caso sejam efetuadas despesas com construção, ampliação ou reforma do imóvel.

A Receita alerta também que é preciso que essas despesas estejam comprovadas por meio de notas fiscais para as despesas com pessoas jurídicas e recibos para as despesas com pessoas físicas.

Esses comprovantes devem mantidos em poder do contribuinte por pelo menos cinco anos.

Por quanto devo declarar o valor do imóvel?

O valor do imóvel a ser declarado é o pago efetivamente.

A declaração é obrigatória para quem tinha a posse ou a propriedade de bens, inclusive imóveis, de valor total superior a R$ 300 mil.

É preciso atualizar o imóvel pelo valor de mercado?

Não é necessário. É sempre pelo custo, independentemente do valor de mercado.

Como devo proceder em caso de venda de imóvel?

Se o imóvel for negociado por um valor superior ao da compra, haverá ganho de capital. Nessa situação, o contribuinte está sujeito a tributação de alíquotas que variam de acordo com o valor.

Segundo a Receita, as alíquotas são de:

  • 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5 milhões;
  • 17,5% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5 milhões e não ultrapassar R$ 10 milhões;
  • 20% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10 milhões e não ultrapassar R$ 30 milhões;
  • 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30 milhões.

 

Fonte: G1 | Imagem: Reprodução

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Seguro pode ter coberturas diferentes para o caso de alagamentos, enchentes ou inundações; chuva em São Paulo já deixa 12 mortos

A cidade de São Paulo e outros municípios de sua região metropolitana amanheceram, nesta segunda-feira (11), em um cenário de caos após fortes chuvas atingirem esses locais desde a noite deste domingo (10). Até o momento,  12 pessoas morreram e as cidades registram diversos pontos de alagamento causados por enchentes, deslizamentos e áreas isoladas.

O governador do estado, João Doria (PSB), chegou a pedir que a população fique em casa , já que a chuva deve voltar a provocar estragos ao longo do dia. Muitas pessoas perderam suas casas e automóveis nas enchentes e precisaram procurar abrigo em outros locais (teve até quem tenha dormido em um shopping ).

Entre a população que perdeu algum bem em decorrência da chuva , seja imóvel ou carro, dependendo do tipo de seguro contratado, é possível conseguir cobertura nesses casos. 

Normalmente, a decisão de incluir ou não cobertura em caso de enchentes é feita pelo próprio contratante: nos planos mais básicos, dificilmente há esse tipo de serviço. Para tê-lo, é preciso investir um pouco mais de dinheiro, caso o dono do bem acredite que valha a pena.

Confira:

Seguro de casas

Os seguros residenciais mais básicos costumam não cobrir enchentes, mas sim incêndios, raios e explosões
shutterstock | Os seguros residenciais mais básicos costumam não cobrir enchentes, mas sim incêndios, raios e explosões

É comum que os seguros residenciais mais básicos (ou seja, os de plano mais baratos, chamados de cobertura básica ) cubram apenas danos em caso de incêndios, raios e explosões.

Para conseguir segurança em outros tipos de eventos, como alagamentos , inundações e enchentes, além de roubos, é recomendável que o contratante peça por planos mais elevados  ou pergunte se é possível inserir adicionais ou que já tem, pagando um pouco mais.

Entre as chamadas coberturas adicionais , é possível escolher por receber indenizações em caso de roubo e furto, responsabilidade civil familiar, desmoronamento, vendaval, entre outros.

Normalmente, o seguro para imóveis cobra menos de 1% do valor de reconstrução do imóvel, ficando mais caro ou mais barato de acordo com a personalização do cliente.

Seguro de automóveis 

Em caso de enchente, é necessário ficar atento para não ter a indenização negada por mau uso do veóculo
iStock | Em caso de enchente, é necessário ficar atento para não ter a indenização negada por mau uso do veículo

Para os carros, o sistema de cobertura dos seguros é parecida com a das casas.  Enquanto a mais básica cobre apenas danos de roubo e incêndio, é possível adicionar cobertura de outros tipos de problemas, como batidas e enchentes.

Nesses casos, o valor do seguro também vai aumentando conforte o pedido do contratante. É comum que os seguros de carros custem cerca de 4% de seu valor de venda. 

Mesmo contratando o serviço em caso de enchente, é preciso ficar atento para não ter o valor da indenização negado por mau uso . A seguradora pode alegar que o veículo foi mau utilizado caso o motorista tente sair com o carro pela área que está coberta pela água, danificando o motor. Outro fator que pode resultar em mau uso é deixar as portas e janelas abertas, permitindo que a água entre no automóvel.

Inundação, enchente ou alagamento? 

Temporais que começaram na noite deste domingo (10) provocaram enchentes e mortes em São Paulo
Divulgação/EnelTemporais que começaram na noite deste domingo (10) provocaram enchentes e mortes em São Paulo

Vale lembrar que, na hora de contratar o seguro, os termos enchente, alagamento e inundação se referem a coisas diferentes e que, por isso, um tipo de cobertura não necessariamente engloba a outra.

Enquanto a inundação se refere ao transbordamento de rios, o alagamento é o acumulo de água por falta de sistema de drenagem. Já a enchente é o aumento no nível da água em decorrência da chuva.

Leia também: Pior chuva do século no ABC tornou situação em SP incontrolável, diz Prefeitura

Também é importante verificar, antes de assinar um contrato com o seguro para cobrir eventuais danos com enchentes ou outros problemas, se todas as cláusas e parágrafos do documento estão de acordo com o que foi pedido pelo cliente.

 

Fonte: Brasil Econômico | Imagem: Redes Sociais/Reprodução

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Seguros de casa e carro podem cobrir estragos causados por enchentes
Reforma da Previdência deve igualar regras para novos políticos às do INSS

Ideia é submeter novos parlamentares ao teto pago aos trabalhadores da iniciativa privada, de R$ 5,8 mil, além de exigir a mesma idade mínima

 

Os novos políticos que quiserem se aposentar podem ser submetidos as mesmas regras que os trabalhadores da iniciativa privada assegurados pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A mudança deve estar presente no texto da reforma da Previdência que passa por ajustes finais e deve ser entregue ao Congresso Nacional nesta semana. As informações foram divulgadas pela Folha de S. Paulo .

Leia também: Proposta de reforma da Previdência será entregue pessoalmente por Bolsonaro

A proposta do governo é subordinar os novos políticos ao teto da aposentadoria paga pelo INSS, de R$ 5,8 mil, além de exigir a mesma idada mínima que será adotada pelos demais trabalhadores, de 62 anos para as mulheres e de 65 para os homens. A ideia já estava prevista no projeto de reforma da Previdência apresentado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), o que deve facilitar sua aprovação.

Hoje os parlamentares são assegurados pelo PSSC (Plano de Seguridade Social dos Congressistas). Por esse modelo, é possível se aposentar recebendo até um salário cheio de um deputado ou senador, que supera R$ 33 mil. Incluir a categoria no sistema dos trabalhadores da iniciativa privada, então, seria uma estratégia do governo para convencer a população de que está combatendo privilégios e fazendo o necessário para reajustar as contas públicas.

Leia também: Governo mantém reajuste salarial dos servidores públicos

Antes da criação do PSSC, o modelo adotado era o IPC (Instituto de Previdência dos Congressistas), ainda mais benevolente aos parlamentares . Extinto em 1997, ele ainda atende a maior parte dos deputados e senadores aposentados. Na Câmara, as despesas anuais com os dois sistemas somam cerca de R$ 85 milhões e beneficiam quase 480 ex-deputados. No Senado, esse gasto é de R$ 13 milhões por ano e assegura apenas 58 ex-senadores.

Articulações e pressões

Reforma da Previdência
José Cruz/Agência Senado | Randolfe Rodrigues quer estabelecer que os parlamentares sejam cobertos pelo Regime Geral de Previdência Social

Para viabilizar a aprovação da mudança, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deve conversar diretamente com os parlamentares. Para esta semana, segundo o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL), estão previstos pelo menos dois encontros com deputados no Palácio da Alvorada, residência oficial de Bolsonaro.

O governo também deve reunir governadores em Brasília para apresentar-lhes o projeto que altera as regras das aposentadorias. Os representantes dos estados têm um encontro marcado com o ministro Paulo Guedes, da Economia, na tarde de quarta-feira (20). No dia anterior (19), os governadores discutem a reforma da Previdência com Rodrigo Maia (DEM) e Davi Alcolumbre (DEM), presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente.

Leia também: Previdência terá idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres

Paralelamente, a oposição ao governo já se articula para intervir caso o benefício para políticos não seja revisado na reforma da Previdência de Bolsonaro. Segundo publicado pela Folha , o senador Randolfe Rodrigues (Rede) disse que vai apresentar um projeto de lei para revogar a legislação atual e estabelecer que os parlamentares sejam cobertos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), como qualquer trabalhador.

 

Fonte: Brasil Econômico | Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

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Já as falências decretadas registraram alta de 1,3%, assim como os pedidos de recuperação judicial (2,8%)

Os pedidos de falência recuaram 14,5% no acumulado em 12 meses, segundo dados da Boa Vista. Já as falências decretadas registraram alta de 1,3%, assim como os pedidos de recuperação judicial (2,8%) e recuperações judiciais deferidas (3,5%).

De acordo com a Boa Vista, o movimento de queda está atrelado à melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. A continuidade desse recuo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica nos próximos períodos.

Na comparação mensal, os pedidos de falência avançaram 10,3% em relação a dezembro, assim como as falências decretadas (46,9%). Já os pedidos de recuperação judicial registraram queda de 43,7% e as recuperações judiciais deferidas caíram 56,8%.

 

Fonte: G1 | Imagem: Pexels

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Pedidos de falência caem 14,5% em 12 meses, diz Boa Vista
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